Eu Sempre Disse Isso

Os amigos que me conhecem há mais de 18 anos, sabem que sempre alertei sobre “eles estarem nos controlando e observando”.

Vários amigos, pra não dizer todos, levaram como brincadeira ou um início de um processo paranóico ou assemelhado. Mas nada como um dia após o outro.

Ontem a noite assisti no canal Discovery um programa MUITO INTERESSANTE, o Ache-me se for capaz. O programa apresentou diversas formas de atuação das forças que nos monitoram, vigiam, seguem, perseguem, rastreiam…

O programa mostrou maneiras de burlarmos esse monitoramento que fazem conosco. Quem perdeu de assistir, é só buscar no YouTube que está lá.

Não que eu me ache uma pessoa que mereça ter a atenção por parte deles, mas não quero ter a minha privacidade ameaçada por eles. É difícil escaparmos, mas não impossível. A cada dia que passa, novas formas de estarmos sendo monitorados nos são apresentados e aceitamos, até mesmo de forma lúdica, sem reclamarmos.

Um pequeno mas ilustrativo exemplo disso está no texto abaixo. ABRAM OS OLHOS!!!

Ache-me se for capaz  
 

Neste mundo de avanços tecnológicos surpreendentes e muitas vezes bizarros, não poderia deixar de fora as roupas íntimas. Depois dos tecidos inteligentes, que esbanjam conforto, controlam a transpiração e prometem até diminuir a celulite, a novidade agora é a lingerie com GPS.

Batizado de “Ache-me se for capaz”, o fetiche tecnológico faz o rastreamento pelas coordenadas de latitude, longitude e altitude, envia para um computador e permite que a dona do brinquedinho seja encontrada onde quer que esteja.

Não, a novidade não foi feita pra marido inseguro e com medo de ser corneado controlar os passos da mulher (que pode desligar o aparelho e dar um balão no pobre coitado), mas para promover um brincadeirinha entre ambos.

E para evitar protestos feministas a fabricante faz questão de deixar claro que a peça não tem qualquer caráter machista, já que vem acompanhada de um botão de desligar, o que permite que a mulher tenha o controle total da brincadeira.

Mas se o conceito não é machista, ficou faltando lançar também a cueca com rastreador… Na brincadeira de gato e rato, nós também queremos ser a gata. (RAC.COM.BR)

 

 

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